Estado tem quase 2 mil horas de voo contratadas para o combate aos incêndios em vegetação
O Governo de São Paulo realizou a maior operação aérea de sua história com o emprego simultâneo de 14 aeronaves para o combate a incêndios em diferentes regiões do estado.
No pico da operação aérea do Gabinete de Crise, montado para monitorar e coordenar as ações de prevenção e combate às chamas, foram utilizadas quatro aeronaves de asa fixa e outros dez helicópteros, que atuaram no enfrentamento a queimadas em 22 municípios.
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Já na sexta-feira, até o início da tarde, eram 10 aeronaves atuando nos trabalhos de controle das chamas em 17 municípios paulistas, de acordo com a Defesa Civil.
No início do mês, o Estado liberou R$ 5,9 milhões adicionais para a contratação de 120 horas de voo de monitoramento e 300 de combate aéreo, somando 420 horas.
O reforço se somou às outras 1.400 horas de voo já contratadas pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) e pela Defesa Civil para atuar nas queimadas. Ao todo, o estado conta com 20 aeronaves à disposição.
Desde o ano passado, a gestão estadual investiu mais de R$ 170 milhões no âmbito da Operação SP Sem Fogo. Além disso, o governo paulista aplicou mais R$ 152 milhões na compra de 125 viaturas para o Corpo de Bombeiros e na aquisição de veículos e equipamentos para a Defesa Civil atuar no enfrentamento ao fogo.
Além disso, a aeronave também retirou três pessoas que ficaram sem rota de fuga em um dos picos da serra devido ao fogo.
O apoio também foi solicitado em incêndios ocorridos em São Luís do Paraitinga e em Mairiporã. Em São Luís, os focos foram reduzidos significativamente com o empenho do Águia 14. Já na Serra do Cantareira, em Mairiporã, o Águia 16 conseguiu minimizar as chamas. No total, foram 114 lançamentos de tanques com cinco horas de voo nos dois municípios.
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Os helicópteros da PM são acionados pelos Bombeiros ou pela Defesa Civil, que fazem o monitoramento das áreas com focos de queimada. Ao serem acionados, sobrevoam o local para reconhecimento do cenário, a fim de definir a melhor estratégia a ser utilizada na ocorrência.
O uso dessas aeronaves é fundamental, uma vez que conseguem operar em áreas de difícil acesso e atingir focos de queimadas inacessíveis. Os tanques são capazes de direcionar melhor a aplicação dos jatos de água, controlando o incêndio de maneira mais eficaz em áreas específicas.
A reposição do tanque acontece em fontes de águas próximas, normalmente em lagos, o que também facilita o deslocamento do helicóptero na operação. Desde o início de agosto, foram quase 2 mil lançamentos em todo o estado.
Fonte: Governo do Estado de SP
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