Bem Estar e Saúde
2 semanas atrás

Varíola dos macacos já é tratada como emergência internacional. Região tem 4 casos

A situação no Brasil já é preocupante em relação a varíola dos macacos (monkeypox). Até a quarta-feira, 27, o país registrava 978 casos confirmados, segundo dados do Ministério da Saúde. No mesmo dia, a líder técnica da OMS, Organização Mundial da Saúde, para a doença, Rosamund Lewis, disse que a situação no país “é muito preocupante” e que os casos podem estar subnotificados por não haver testes suficientes à disposição.

Varíola dos macacos já é tratada como emergência internacional. Região tem 4 casos
Foto: Reprodução

O Estado de São Paulo lidera o número de casos da doença com 744 registros. Na região do Cimbaju, são 4 registros. Um em Franco da Rocha e três em Cajamar.

No Rio de Janeiro, são 117 pessoas com a doença, em seguida estão: Minas Gerais (44), Distrito Federal (15), Paraná (19), Goiás (13), Bahia (5), Ceará (4), Rio Grande do Sul (3), Rio Grande do Norte (2), Espírito Santo (2), Pernambuco (3), Mato Grosso do Sul (1), Acre (1), Tocantins (1) e Santa Catarina (4).

Primeira morte no Brasil

Na sexta-feira, 29, o Ministério da Saúde confirmou a primeira morte por varíola dos macacos no Brasil. O óbito foi registrado em Uberlândia (MG) na quinta; o paciente era um homem com baixa imunidade.

Casos em crianças

Na noite de quinta-feira, 28, a Prefeitura de São Paulo confirmou os primeiros casos de varíola dos macacos em crianças na capital. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, os três casos estão sendo monitorados e não têm sinais de agravamento.

De acordo com a municipalidade, “o atendimento para os casos suspeitos de monkeypox está disponível em toda a rede municipal de saúde, como Unidades Básicas de Saúde (UBSs), prontos-socorros e pronto atendimentos”.

Vírus e sintomas

A varíola dos macacos é uma doença rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais.

Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.

Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.

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