Bem Estar e Saúde
2 semanas atrás

Uma rosa nada selvagem

Chamada também de rosa-mosqueta, de rosa canina ou rosa-primitiva, o que se sabe, ou melhor, o que não sabe, é a origem da rosa-selvagem. Porém, suas propriedades medicinais são bem conhecidas desde a Roma antiga.

Uma rosa nada selvagem
Foto: Reprodução

Fonte de ácido transretinoico, esta flor é responsável pelos seus maiores méritos: diminuir cicatrizes e apagar alguns tipos de manchas. Esta substância acelera a recuperação dos tecidos ativando os fibroblastos, células que fabricam as fibras de sustentação da pele, como o colágeno. Também possui carotenoides e óleo rico em ácidos graxos insaturados o que lhe confere um excelente regenerador de tecidos, melhorando a textura da pele.

O chá desta erva é controla o nível de triglicérides, reduzindo o colesterol alto e auxiliar no tratamento contra a diabetes, estimula o sistema imunológico, além de ser usado no tratamento de gripe, resfriado, dor de garganta e doença pulmonar. A bebida ainda reduz o calor anormal do organismo, trata hemorragia interna, fortalece o estômago e promove um bom funcionamento do trânsito intestinal. Além de devido às suas propriedades diuréticas, esta erva limpa o aparelho urinário prevenindo-o de infecções. É também indicada para auxiliar casos de estresse, cansaço, exaustão, fraqueza e nervosismo.

É contraindicado em casos de anemia falciforme, gravidez, lactação, pessoas com pele com acne e em crianças.

Em todos os casos, pede-se para seguir as orientações de um especialista antes de fazer uso da rosa-selvagem para fins medicinais.

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