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2 meses atrás

Reflexões em silêncio

Reflexões em silêncio. A solidão silenciosa, aquela em que se internaliza em seus pensamentos, embora até haja outras pessoas ao redor, seguindo trilhas por corredores escuros, em que a dúvida e muitas vezes até a vergonha se escondem, nos quais, cenograficamente, se entreabrem portas de salas iluminadas, emergindo dúvidas, perguntas, lágrimas, sorrisos, lembranças, decepções. Ansiedade e esperança. Pavor e consolo. Uma moeda, duas faces. Indissociáveis.

Reflexões em silêncio
(Foto: Reprodução)

Talvez o mundo precise mesmo, de tempos em tempos, enfrentar situações críticas para que seus habitantes, nós no caso, voltemos nossos olhos para o que de fato é importante, e que talvez se nos apegássemos menos às paixões materiais, à vaidade, e soterrássemos o orgulho e egoísmo. É certo que a vida sempre resiste, numa paráfrase ao diretor Spielberg em “Jurassic Park”, quando um tubo contendo material genético dos dinossauros, subtraído de um laboratório, acaba se extraviando e difundindo seu conteúdo, sem controle, por toda a ilha. “A vida sempre dá um jeito”. É verdade. Estamos aqui até hoje, tendo passado por muitas pandemias em nossa história, sofrendo ainda os efeitos da mais persistente, que é a doença da presunção e ignorância, que sempre ofusca as luzes de um novo tempo.

Ninguém está falando em diminuir a relevância das cautelas necessárias ao controle efetivo de infecções virais. Aliás muito pelo contrário. Não se gerencia crise com ilusões. Não se combate o intangível sem coragem, sem honra. Afinal de contas já nos lembraram que o “amor cobre uma multidão de pecados”! Talvez esse seja o problema. Esse vírus, esse tal ser humano, provavelmente ainda não compreendeu o conteúdo do verbo amar. Pobre bactéria da criação. Já caminhou muito é bem verdade, mas ainda se encontra muito distante das veredas tranquilas e dos verdes pastos. Vamos apertar o passo gente?

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