Editorial
4 meses atrás

Que a justiça seja feita

Que a justiça seja feita
(Imagem: Reprodução)

O ano de eleição começa com o cenário político brasileiro fervendo em razão do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tribunal Regional Federal da 4ª região, marcado para 24 de janeiro, em Porto Alegre, justamente em razão do ex presidente ser um possível candidato. Embora tenha ganhado ares de “dia D”, afinal tudo pode acontecer, o julgamento não representa, necessariamente, o fim da linha para o presidenciável.

À população de um modo geral que continua na expectativa, cabe a análise e conclusões de um político que muito fez pela Nação, mas também escancarou a corrupção de uma forma jamais vista na história desse País.

Portanto, aqueles que pretendem se manifestar de forma contrária ou a favor de Lula que faça de forma pacífica. É fundamental que se entenda que, antes do ex-presidente, existe o ser humano que não transmite ser uma pessoa ruim, mas que se deixou levar pelas facilidades de dar com uma mão e tirar com as duas, tornando sua administração pública que teve um início esplêndido e um final catastrófico e vergonhoso, com pessoas de sua confiança sendo investigadas e presas.

Agora, chegou a sua vez e Lula, sempre confiante, pode amargar uma derrota jamais esperada em sua vida pública. É aguardar para ver o que ocorrerá num País em que a Justiça carrega a fama de favorecer poderosos e punir os menos favorecidos.

Independentemente do resultado, fatos foram, estão e serão expostos e estão aí para análise dos eleitores que vão às urnas em outubro e tem em suas mãos o poder da troca de comando que não é suficiente para mudar o País se essa transformação não partir de cada um em fazer sua parte. Que a justiça seja feita e cumprida.

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