Cotidiano
Nelson de Souza Lima » Cotidiano
7 meses atrás

Por dentro do Bitcoin

Quando estava na faculdade rolava um papo acadêmico que o jornalista podia não saber tudo sobre todos os assuntos. Mas deveria saber, pelo menos um pouco, de cada. Ok, beleza.
Mas o duro é quando surge uma pauta e você diante dela se torna cego na escuridão. E agora? O que fazer? Pesquisar é a resposta. E foi o que fiz. Lá fui eu pedir socorro ao São Google.
Pauta: Bitcoin. Bit o quê? Sim, um dos assuntos do momento. A tão falada cryptomoeda. Não, não se trata do dinheiro usado em Krypton, o planeta onde nasceu o Super-Homem. Nem é uma nova espécie de mosquito que transmite alguma doença mortal que todos achavam extinta. Taí a Febre Amarela que não me deixa mentir.

Por dentro do Bitcoin

Em tempos ultramodernos onde a realidade, relacionamentos, pessoas e até os envolvimentos são virtuais por que não criar uma moeda digital. Isso mesmo o Bitcoin não se guarda no bolso nem na gaveta, mas fica armazenado com segurança em “carteiras” virtuais podendo ser enviado digitalmente.

Moedas virtuais

Ainda não deu pra entender, né? Pois é, não é tão simples de explicar, muito menos de entender. Mas vou tentar ser mais claro. Para isso vamos voltar no tempo.
Há nove anos quando a cryptomoeda surgiu. Segundo consta, o Bitcoin foi criado por Satoshi Nakamoto, um desenvolvedor misterioso, cuja identidade nem mesmo foi comprovada.

Como disse as moedas virtuais são guardadas em “carteiras” criadas quando o usuário se cadastra no software. Após o cadastro o usuário recebe um código com letras e números que será o endereço utilizado nas transações.

Quando quiser comprar um lote de cryptomoedas deverá fornecer ao vendedor o código/endereço. Tanto as identidades de comprador e vendedor permanecerão sigilosas. Contudo a transação fica registrada publicamente no sistema. A transação não poderá ser desfeita.

Assim como as moedas reais a cryptomoeda aumenta ou não de valor de acordo com a demanda. Existem apenas 16,7 milhões de Bitcoins sendo que serão disponibilizadas 21 milhões no máximo. A oferta global é limitada e a demanda cresce dia a dia. Se tornando mais popular e facilmente transferível. A valorização da moeda virtual é assombrosa. No início de 2011 um bitcoin valia menos de um dólar. Já em 2015 um bitcoin valia centenas de dólares.

Como todo investimento as cryptomoedas têm seus prós e contras. Entre as vantagens estão não poderem ser falsificadas, são usadas para pagar pessoas de forma segura, são trocadas globalmente por bens e serviços, a valorização é constante e o principal, é descentralizada, não ficando sob controle de nenhum banco individual ou governo.

Por sua vez as desvantagens são várias também. As transações com os Bitcoins são lentas demais para as compras em tempo real. Muito mais seguro que o envio de um cheque, no entanto continua lento comparado aos cartões de crédito.

Isso torna difícil o uso para compras em tempo real. Outro problema está no alto consumo de eletricidade. O algoritmo de Bitcoin é projetado para tornar mais difícil criar novas cryptomoedas.

Isso foi feito intencionalmente pois devido à rápida expansão da moeda está utilizando energia elétrica suficiente para abastecer milhões de residências.

Moeda do futuro

O fator mais importante é o fato do Bitcoin ser uma moeda instável. Devido sua volatilidade o preço muda constantemente: para cima ou para baixo. A variação é de 10% diariamente.

Infelizmente não encontrei ninguém que tenha adquirido as moedas virtuais. Fica aqui o espaço para aqueles que quiserem opinar sobre o que muitos apontam como a moeda do futuro.

Para os interessados em adquirir suas carteiras virtuais e bitcoins, digite no google guia para carteiras originais.

Não esqueça de pesquisar entre aqueles todos que vão aparecer. Bons investimentos!

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