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1 mês atrás

O tempo é o senhor da razão

Ah! Nada mais empolgante do que a juventude. A vida em seu ponto culminante na fonte que jorra alto, experimentando limites na eternidade de toda a existência infinita da adolescência mal chegada à maturidade. A afobação das brincadeiras de criança traduzidas na expressão onírica, que pretende impressionar pela potência, pela intensidade. Os impulsos, todavia, vão se contendo por esse professor cruel chamado tempo.

O tempo é o senhor da razão
(Imagem: Reprodução)

Suas lições vão conformando os ânimos, os desejos, trazendo a calma, a mansidão e uma tal qualidade quase indescritível das gentes conhecida por resilição. Uma viga de aço tem resilição na medida em que ela suporta o esforço sem quebrar, as adversidades sem fragmentar. A experiência aumenta a resilição do homem. Essa senhora! Madame eloquente empreendedora do caráter, ainda que indesejada, nele imprime seus contornos mais suaves. E ainda assim, num País com de 20% de sua população com idade superior a 60 anos de idade, não aprendemos a respeitar esse exemplo. O mundo para e rende suas homenagens aos mais experientes, e ainda assim, vez por outra, como naquelas culturas tribais de milênios, idosos são esquecidos e abandonados muitas vezes à própria solidão, quando não maltratados, humilhados e extorquidos.

O consolo infelizmente vem pelas mãos do mesmo professor, implacável, que demonstrará definitivamente a importância do respeito e da atenção aos nossos idosos. E então, quem sabe, nossos filhos e netos, melhores do que nós, possam nos ensinar a dignidade humano, demonstrando que o mal se retribui com o bem? Quem sabe, no dia mundial do idoso, possamos realmente ter o que comemorar?!

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