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3 meses atrás

Memórias da independência

Quem de nós não se recorda dos desfiles cívicos de Setembro, no qual fazíamos questão de por o uniforme da escola bem limpo e passadinho, banho tomado, cabelo penteado e da cara de gente grande que fazíamos enquanto passávamos diante do palanque de autoridades e da população, nossas famílias, que nos assistiam sem cara pintada, sem pensar em qualquer subterfúgio político sub-reptício de movimentos que hoje sob o manto do patriotismo e da brasilidade difundem verdadeira desordem.

Memórias da independência
(Foto: Reprodução)

Qual independência, penso hoje, será, esperávamos naqueles momentos importantes ali nas avenidas centrais onde passamos nossas infâncias? Uma independência pretendida simulada como alguém tentou demonstrar? Uma independência de cabresto, para controle gerações, conforme outros descompromissados já apregoaram? Uma independência oportunista, como é usual por essa escória política que busca transformar qualquer fato, bom ou ruim, feliz ou trágico em dividendo eleitoral, como esses “bem intencionados” que lamentam a destruição do Museu Nacional no Rio de Janeiro, e por estranho paradoxo, visitado por um presidente da República quando o a sede do governo federal ainda era no estado fluminense, e estamos falando, para que não haja dúvida, do Presidente Juscelino Kubistchek.

Então, meus amigos, que essa data repercuta em nosso íntimo, propondo uma efetiva independência, moral, eleitoral, administrativa e republicana, nesse País, que construímos para nossos filhos e netos. Independência de um passado contaminado, abjeto e vexatório, que nos reduz a motivo de piadas no “Velho Mundo”. Independência. Liberdade. Responsabilidade.

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