Editorial
1 mês atrás

Fim de carnaval, baderna e sujeira

Há muito tempo o que o carnaval deixou de ser uma reunião de pessoas que se juntavam para pular e brincar com fantasias multicoloridas. Hoje, carnaval virou a festa da promiscuidade, da perdição, das drogas, do sexo e do álcool.

Fim de carnaval, baderna e sujeira
(Foto: Reprodução)

Coisas que só grupos do mal gostam. Longe de uma festa da família tradicional brasileira como era considerada há algumas décadas, o carnaval virou uma festa de vagabundos que se unem para fazerem badernas, como as protagonizadas nas ruas comerciais de várias capitais brasileiras causando prejuízos e destruição em lojas que ficaram de pernas para o ar com tanta desordem depois de terem sido invadidas e saqueadas por grupos já programados para ações maldosas, sem sequer se preocupar quem estariam prejudicando.

Sem generalizar, mas a maioria hoje vê o carnaval como quatro dias para extrapolar e ultrapassar os limites, esquecer das regras de boa educação e conduta.

De fato, alguns grupos e blocos tentaram mostrar o lado mais comum e menos deturpado da festança conscientizando sobre a falta de respeito, usando além do glitter, músicas, tambores e coreografias, o combate à importunação sexual, principalmente de mulheres, muito presente entre grupos ligados ao carnaval.

Desta vez, a despedida do carnaval 2020, um pouco pior que o anterior, teve como saldo negativo várias mortes e rastros de vandalismo por todos os cantos do País. A indignação já alcançou alguns prefeitos que, apesar de não proibirem a festa, deixaram de destinar verbas públicas para a folia, propondo o valor para áreas como saúde e habitação.

Não mais existe carnaval sem drogas, bebedeira, baderna e sexo. O carnaval tornou-se sinônimo disso e acaba por desvalorizar os preceitos familiares e deixar nossas crianças vulneráveis a um mundo que já tem tantos problemas com educação e comportamento.

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