Editorial
2 meses atrás

Discordar é direito, atentar contra a vida não

Ponto de vista, cada um tem o seu. Respeitá-lo é que tem sido cada vez mais difícil nesse País de intolerância onde cada um se acha no direito de fazer o que quer e em qualquer hora sem se importar com o que pode acarretar no futuro e as consequências dessas atitudes.

Discordar é direito, atentar contra a vida não
(Foto: Reprodução)

O ataque ao presidenciável Jair Bolsonaro na semana passada é um exemplo claro de o quão as pessoas estão intransigentes e egoístas. Sem se importar com os efeitos e querendo mostrar que são donas da verdade, partem para a violência ao invés do diálogo. Agindo sozinho, com parceiros ou a mando de alguém, nada justifica o que o agressor fez com o político que defende seus ideais e só será eleito caso a maioria se convença e compartilhe do que ele propaga por mudanças nesse País.

Mais do que uma faca, o cidadão tem o voto como principal arma para opinar quem deve chegar ao poder. Isso significa dizer que a discordância entre as partes deverão ser apresentadas pelo eleitor na urna, quando seu protesto contrário será efetivado. O inaceitável é uma pessoa atentar contra a vida da outra, simplesmente por não harmonizar com seus pensamentos.

Sem declarar apoio, talvez nesse momento, o melhor para o Brasil seria torcer para que um corajoso chegue ao poder e sacuda essa Nação que tem grande culpa pelo País estar como está graças àqueles que estiveram no comando e também aos que não querem enxergar os desmandos escancarados que foram implantados graças à ignorância e conivência de tantos.

No caso do presidenciável Bolsonaro, por mais que demonstre ser radical, foi a forma que escolheu para conduzir sua campanha e tem incomodado muitas pessoas. Tanto que o ataque, segundo as investigações até o momento, foi motivado em razão do agressor não concordar com as ações do candidato.

É difícil esperar por isso, mas se as pessoas buscam um País melhor, passou da hora de todos se unirem. Povo, políticos, partidos, empresários, líderes religiosos e demais comandos.
Ainda que haja pessoas bem intencionadas, a realidade eleitoral é outra. O que se acompanha são os espertos, nesse caso a maioria dos políticos, além do povo que está mal preparado e mal acostumado, não escolhendo adequadamente seus representantes.

Em meio às desigualdades as quais vivemos, tem ainda os que não buscam melhorar sua vida, mas preferem destruir quem está em local de destaque, já que não consegue estar numa posição como a dele. Esse sentimento, também conhecido como inveja, leva a atos espantosos. Esse comportamento, somado aos ideais que diferem de sua linha de pensamento, de valores morais e de um bom caráter, acaba resultando no que presenciamos. E assim caminha esse povo brasileiro que desconhece esse Brasil tão rico e que se torna pobre por conta de tantos infelizes que tem comportamentos similares.

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