Bem Estar e Saúde
10 meses atrás

Capuchinha, comível e curadora

Engana-se quem acha que flor não se come. Pode ser degustada sim. Entre tantas que existem, a capuchinha tem toda a suas partes comestíveis. Além do seu agradável aroma e sabor picante bem é muito bem empregado na culinária, ela oferece vários benefícios ao organismo por possuir propriedades antioxidante, anti-inflamatória, hipotensiva, antisséptica, sedativa, depurativa e estimulante.

Capuchinha, comível e curadora
(Imagem: Reprodução)

Possuidora de um alto valor nutritivo e rica em minerais e flavonoides, esta flor na medicina popular tem atuação no sistema respiratório. Por ser expectorante auxilia no tratamento resfriados, tosse, bronquite e outros problemas pulmonares. Sua ação diurética auxilia em casos de infecção urinária e retenção de líquidos, ao eliminar todas as toxinas do organismo renovando o trato urinário e diminuindo o inchaço corporal.

É indicada ainda em casos de distúrbios gástricos, falta de apetite, má digestão e prisão de ventre. Externamente, ajuda na cicatrização de feridas, no alívio das alergias e atua no fortalecimento do cabelo e na eliminação da seborreia.

Seu efeito colateral é a irritação gástrica e seu alto consumo pode provocar hipotensão, sendo contraindicada para gestantes, lactantes e pessoas com insuficiência renal, cardíaca, hipotireoidismo e gastrite. Em todos os casos pede-se para seguir as orientações de um especialista antes de fazer uso da capuchinha para fins medicinais.

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