Editorial
3 semanas atrás

Bons exemplos devem ser seguidos. Os maus descartados

As questões envolvendo a pandemia imposta pela Covid-19 completam um ano e delas muitos exemplos bons e ruins puderam e ainda podem ser extraídos. A maior lamentação está ligada ao número de mortes, mas nem isso parece assustar os que dão de ombros para a doença que já se mostrou letal e, não à toa, mais de 350 mil vidas foram perdidas no Brasil até o momento.

Bons exemplos devem ser seguidos. Os maus descartados
Foto: Reprodução/Pixabay

Nos mais de 365 dias que enfrentamos esse vírus, foi possível também registrar momentos generosos. Poucos, é verdade, mas sempre tem os que fazem a diferença em momentos trágicos como o que enfrentamos.

Os profissionais da saúde são os que mais sofrem com essa situação. Na linha de frente no combate ao coronavírus, muitos também perderam a vida, se doando para salvar a de outros.

Por outro lado, a ciência mostrou que a vacina é o caminho mais eficaz a seguir e, apesar de um pouco lenta, vai ajudando a reduzir os número de infectados e mortos.

Dada a largada para a imunização, a esperança de cura se acende apesar dos vários registros feitos, sejam bons e ruins. Bons por conta da busca pela cura e ruins por causa da canalhice de outros que querem levar vantagem sobre doses não aplicadas ou a venda irregular delas. Até nisso existem os dois lados da moeda. O exemplo de honestidade e vontade de fazer a diferença pode ser visto com o grupo de enfermeiros, com mesmo valor profissional dos demais, mas que colocam a vida do próximo como prioridade, enfrentando rios, estradas de terra e barro, trilhas no meio do mato para chegar até à comunidades longe da urbanização.

É de pessoas assim que o Brasil precisa: profissionais empenhados em fazer o bem e contribuir para o fim dessa pandemia, contrariando os que, apesar de carregarem o título e terem feito o mesmo juramento que os dedicados e humanos descumprem com o dever simulando a aplicação de vacinas em braços já flácidos de idosos indefesos e inocentes.

No mesmo tom, o puxão de orelhas vai àquela parcela da população que, diferente da maioria preocupada em preservar a sua própria vida e a dos outros, dão mau exemplo, não estão nem aí para o problema mostrando um egoísmo ímpar ao se reunirem em festas e baladas, por enquanto proibidas.

Palmas para os que saem de casa usando máscara e fazem questão de seguir os protocolos sanitários exigidos para o momento.

Críticas aos irresponsáveis que continuam frequentando baladas clandestinas e não obedecem aos deveres impostos pela ocasião que serão contaminados e espalharão o vírus a familiares e amigos contribuindo para o colapso da saúde pública que pede socorro e implora por ajuda.

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