Editorial
3 semanas atrás

A vacina é a única esperança

O momento mais esperado para o combate a cura da Covid-19 teve início há algumas semanas. A vacinação é a esperança depositada pelos cientistas e pela população para minimizar os impactos causados pela pandemia que já matou milhares de inocentes no planeta. Porém, como ainda está sendo oferecida a poucas pessoas, não é hora de relaxar.

A vacina é a única esperança
Foto - Reprodução/Pixabay

O momento é crucial e a participação das pessoas continua sendo fundamental quanto ao protocolo de cuidados. Infelizmente ainda não há no país doses suficientes para vacinar nem todos os brasileiros do primeiro grupo prioritário. Para atingir maior eficácia de imunização, as vacinas devem ser aplicadas em duas doses, dentro de um certo intervalo de tempo. Durante este processo, a recomendação é vacinar-se quando for possível, continuar com as medidas de proteção como a utilização da máscara, distanciamento e demais ações.

A situação envolvendo o coronavírus ainda é desafiadora no Brasil e se cada um fizer sua parte, as coisas podem voltar à normalidade de forma mais rápida.

É verdade que ninguém aguenta mais receber ordem de um político para ficar em casa, quando eles mesmos não dão o exemplo. Mas antes de tudo, pensar na própria vida e daqueles que estão ao entorno é que está em jogo.
Lutamos tanto e não podemos morrer na praia. Só um pouco mais de paciência e logo teremos nossa liberdade de volta.

Por falar em vacina, ela deve ser tomada sim porque salva vidas. O modelo dos antigos e desde o nascimento de qualquer pessoa deve continuar. Carteira de vacinas em dia e coma garantia de imunização.

Nada mudou. Só que com o surgimento de uma nova doença que já matou quase 220 mil pessoas foi necessário a corrida contra o tempo para buscar uma proteção contra esse vírus.

As pessoas, que são tão higiênicas e civilizadas, começaram a duvidar de médicos e cientistas e aceitar o conselho de YouTubers e blogueiros que, apesar de não terem nenhum diploma em áreas médicas e não fornecerem nenhum argumento científico, têm a certeza de que vacinas causam autismo e que as pessoas não deveriam vacinar a si mesmas e nem seus filhos.

Buscar por informações com fundamentos é a saída e se vacinar, com certeza o melhor caminho para parar o contágio e, consequentemente com o vírus.

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