Editorial
4 semanas atrás

A que ponto chegamos

A ousadia, palavra que remete a acontecimentos alegres, também faz parte do lado mau da vida. O atrevimento, aliás, quem tem o mesmo significado, é digno de aplausos quando, numa jogada no futebol ou um lance em qualquer outra modalidade que tem como resultado uma coisa boa.

A que ponto chegamos
(Foto: Reprodução)

Mas infelizmente, existem os ousados que se utilizam dessa astúcia para fazer o mal. É o que faz um grupo de traficantes que utiliza um delivery de pizza como fachada para o tráfico de drogas na região da Praça Roosevelt, zona central de São Paulo. O caso foi flagrado e revelado pela equipe de jornalismo da Record TV.

A cara de pau é tamanha, que o entorpecente é encomendado por aplicativo e o pagamento pode ser com cartão de débito ou crédito. A que ponto chegamos.

Além da certeza da impunidade, quem ousa a fazer isso, muitas vezes, se escora na questão da discrepância social e necessidades básicas que o governo tem a obrigação de oferecer e não o faz. Para esses, o melhor caminho é do da criminalidade e isso é de se lamentar.

Em casos assim, não tem como eximir o governo de culpa. Mesmo quando mostra vontade de fazer diferente, como estamos vendo nos dias atuais.

Ao mesmo tempo que precisam endurecer as leis para punir infratores, têm de promover políticas públicas e dar mais oportunidades aos jovens, por mais que alguns deles não queiram e pendam para o mundo do crime. Nesse caso, para esses, que seja aplicada a lei e paguem pelo mau que causaram, independentemente da idade.

Ainda assim não dá para desistir. Temos de apostar num Brasil mais justo e que ainda tem jeito. Para isso, precisa existir um esforço mutuo. Não adianta esperar só dos governantes e cada um não fazer sua parte. Todos querem um País melhor.

Claro que existem os desinteressados, mas façamos com que sejam a minoria. Não podemos deixar eles dominaram a sociedade que merece menos sofrimento e viver de forma mais alegre.

Esses que se acham espertos só sobrevivem porque tem quem banque, quem compre a droga deles. E mais. Aqui não se fala somente de entorpecente não. Tem os que compram celular roubado, os que furtam energia, água. Ações ilegais que devem ser contidas pelo governo e também por nós. Vamos bloquear quem não quer o bem do Brasil.

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