Alguém poderia me explicar, com alguma dose de razoabilidade, o que, além de tinta alaranjada, leva um homem a tratar de assuntos sérios, tipo a existência do mundo que conhecemos e vivemos na atualidade, naquilo que se convencionou chamar de rede social? Declara-se guerra por meio de redes sociais? Nostradamus ou antes dele, João, estariam certos? A terceira grande guerra não fazemos exatamente ideia de como será, mas a quarta será a paus e pedras novamente”? O homem mais poderoso do mundo acorda num péssimo dia e resolve agulhar o “meninão” do outro lado mundo, por que razão no final das contas? Causas elevadas de caridade? Não, certamente não. Razões de direitos humanos essências? Ah, não, isso não. Nem dá “Ibope”.

Um monte de gente morre de fome e de doenças do século passado e ninguém nem liga para isso. Justiça! Guerreia-se por Justiça, é isso! Não, também não. Até pelo nome de Deus, se tentou justificar a guerra, mas nunca foi efetivamente o caso. A vaidade, o poder, o orgulho e o dinheiro são esses os verdadeiros cavaleiros do apocalipse, aliados à tinta acaju para topetes, os grandes monstros que têm tornado nossas madrugadas mais e mais conturbadas. E agora essa tal de internet que permite informação instantânea, onde o homem estiver. É um “complicômetro” acentuado, principalmente quando bobagens colossais são lançadas ao público. É como o travesseiro de penas aberto no trigésimo andar de um prédio. Nunca mais as penas se reunirão todas.