memoriaEm 3 de outubro de 1955, Juscelino Kubitscheck foi eleito presidente, juntamente do vice-presidente João Goulart. Ele venceu as eleições presidenciais com 36% do total de votos. Durante a sua campanha política partidária realizou duas principais promessas: a primeira era transferir a capital do Brasil para o Planalto Central, a construção de Brasília, e a segunda, anunciar o Plano de Metas que tinha como principal slogan fazer e desenvolver o Brasil “50 anos em 5”.

Após ter tomado posse no cargo de presidente da República, Juscelino, juntamente à coligação PSD, Partido Social Democrático, e PTB, Partido Trabalhista Brasileiro, feita por Kubistchek e Goulart, contrariou os partidários da UDN, União Democrática Nacional, que passou a defender a tentativa de um golpe junto a grupo de militares que queria a deposição de JK. O desfecho desses movimentos culminou na repressão realizada pelas forças legalistas, pró-Juscelino, e na anistia de todos os envolvidos.

Vinte e cinco anos antes, Getúlio Vargas, após ser derrotado nas eleições brasileiras pelo comunista Júlio Prestes, não aceitava o resultado de forma alguma, passando desde então a fazer várias denúncias de fraudes sobre o pleito, mas sem que tivesse qualquer resultado. Júlio Prestes foi eleito, mas devido a alguns líderes da chapa aliancista considerar a possibilidade do movimento revolucionário, ele não chegou a tomar posse em razão do golpe de estado desencadeado em 3 de outubro de 1930, e foi exilado.

A revolução de 1930 marcou o fim da república velha, e o candidato da AL, Getúlio Vargas, chegava ao poder por meio de vias não legais, dando início as primeiras formas de legislação social e de estímulo ao desenvolvimento industrial.